terça-feira, 18 de setembro de 2012

A Congregação Cristão do Brasil


Luigi Francescon, O Poderoso Chefão


Eu particularmente considero todos aqueles que na época chamados de "Calabreses" e "Sicilianos"  eram um tipo de Máfia, que até hoje se perdura por lá.
Então vendo Luigi Francescon, Italiano que andava de sapatos de verniz, roupas finas, como um andar de Gangster, considero ele e seu grupo como a "Máfia Santa", pois qualquer pessoa pode lembrar de All Capone e a sua Máfia. Mas um homem correto e sem mancha em seu passado...

Vejamos que foi Luigi Francescon ou Louis


 Desde sua naturalização como estadunidense) (Cavasso Nuovo, Província de Pordenone, 29 de março de 1866 — Oak Park, USA  7 de setembro de 1964) foi um religioso italiano, fundador da denominação evangélica Congregação Cristã no Brasil e da Assembleia Cristã na Argentina.


Proveniente de família pobre, era filho de Pietro Francescon e Maria Lovisa, não chegou a concluir o segundo ano da escola elementar.
Aos quinze anos foi para a Hungria, ganhou a vida até os vinte anos com a arte de criar mosaicos, um oficio bastante valorizado na época.
Serviu ao exército durante aproximadamente três anos. Aportou na América na cidade de Chicago no dia 3 de março de 1890, onde foi recebido pelo seu irmão Osvaldo Francescon com qual havia estado pela ultima vez na Hungria.

Michele Nardi

Conversão

Neste mesmo ano foi convertido por Michele Nardi, um evangelista adenominacional mas com comunhão com a Aliança Cristã & Missionária em 1891, e em 1892, junto dos irmãos de fé valdenses, fundaram a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana, onde Francescon exerceu o ministério de diácono.
Na Igreja Presbiteriana Italiana conheceu Rosina Balzano com quem se casou no ano de 1895, teve seis filhos.
No ano de 1901, Francescon passa a desempenhar o ministério de ancião da Primeira Igreja Presbiteriana Italiana, suas memórias citam uma experiência pessoal, em princípios de 1894 quando estava em Cincinnati, Ohio, por motivo de trabalho. Ajoelhado em seu quarto, lendo Colossenses 2.12 (da Bíblia), que trata do batismo por imersão, Francescon teria ouvido, segundo seu relato, uma voz que lhe disse duas vezes:
"Tu não obedeceste a este meu mandamento"; ao que teria respondido: "Senhor, jamais alguém me falou neste assunto". Sua carreira de fé mudou após esse acontecimento. A partir desta experiência Francescon passa a questionar a prática do batismo por aspersão.
Nove anos após a revelação do batismo por imersão, em 6 de setembro de 1903, por motivo de viagem do pastor Filippo Grilli, Francescon como ancião presidia a reunião e teve a oportunidade de falar com a igreja sobre tal batismo.
Nesta reunião Francescon fez o convite a igreja para assistir ao seu batismo por imersão, realizado em 7 de setembro de 1903, no Lake-front de Chicago, onde compareceram ao todo 25 membros da Igreja Presbiteriana Italiana, dos quais 18 entre eles Francescon, foram batizados por Giuseppe Beretta, que fora batizado na Igreja dos Irmãos.

Algo Estranho:

Quando o pastor Filippo Grilli retornou, Francescon pediu para dirigir algumas palavras a igreja antes do sermão. Tendo permissão questionou a igreja sobre sua conduta durante a ausência do pastor, como nínguém testificou nada contra ele, novamente falou do batismo por imersão e em seguida apresentou sua demissão do cargo de ancião. Aqueles que foram batizados por Giuseppe Beretta acompanharam Francescon.
Assim iniciou-se naquele momento uma pequena comunidade evangélica livre, denominada Assembléia Cristã de Chicago, que realizava suas reuniões em residências.


Brasil
Da Argentina, seguiram até São Paulo, em 8 de março de 1910, onde permaneceram até 18 de abril, quando Lombardi retornou para Buenos Aires e Francescon seguiu para Santo Antônio da Platina, no Paraná, onde chegou dois dias depois. Durante sua estadia, onze pessoas creram no Evangelho, foram batizadas em águas e no Espírito Santo.
Por contrariar poderes religiosos estabelecidos na região, Francescon foi jurado de morte e regressou para São Paulo, em 20 de junho. Chegando naquela cidade, cerca de 20 pessoas (na maioria presbiterianos, batistas e metodistas, além de alguns poucos católicos romanos) creram na pregação de Francescon, alguns dos quais foram curados de enfermidades e outros selados com o dom do Espírito Santo. Francescon deixou a Felippe Pavan como ancião da Congregação Cristã no Brasil e retornou aos Estados Unidos.
Veio 10 vezes ao Brasil até 1948. Em 1940, o movimento tinha 305 "casas de oração" e dez anos mais tarde 815.
[editar]Outros países
Francescon começou igrejas em Los Angeles, St. Louis, e Filadélfia, antes de partir em missões no exterior na Argentina, Brasil e Europa. De seu trabalho surgiram várias denominações, tais como a Igreja Cristã da América do Norte, a Assembleia Cristã na Argentina, Assembleia de Deus na Itália e Congregações Cristãs Pentecostais. No entanto, Francescon se opunha a organizar formalmente uma denominação  e "ABANDONOU"  Igreja Cristã da América do Norte em 1949.

Suas Práticas e Doutrinas:
Pontos da  Doutrina da Cristã do Brasil.

Estes são os pontos negativos e que quase poucos membros desapercebidos não conhecem quando já estão testemunhados e pronto para serem batizados.
ELES (O CORPO DE ANCIÕES) ACREDITAM NA TRINDADE OU SEJA AQUELA TRINDADE DISFARÇADA, onde o PAI, FILHO e ESPÍRITO são as mesmas coisas.
Sabemos que qualquer Trindade é uma marca de "SATANISMO" REPRESENTA O "DELTA" "TRÊS". (A Igreja Católica, usa isso em seus atributos) 
Mas isso eles nunca mudaram.

Sempre a mesma confusão das "SEITAS" sobre "JESUS" que no capítulo três no Hinário alega que "ELE" é carne, e sendo "UM VERDADEIRO DEUS"  sendo "HOMEM e DEUS" ao mesmo tempo.
Logo penso que a ideia de transmitir  é que "JESUS É DEUS" sendo ele "ÚNICO SALVADOR" (portanto não tendo mais ninguém... sela o hinário, nesta monstruosidade) e está acima do seu próprio "CRIADOR"

O "BATISMO" também é feito sobre a "TRINDADE" , concepção errônea...

No capítulo 9, "DIZEM" que creem nas "CARNES LIMPAS" ou "KASHER"
Mas não praticam... pois a maioria destes "CRENTES" desconhecem sobre a "ABSTINÊNCIAS"  porque não são "ENSINADOS" pelos Cooperadores e Anciões.

Ao analisar o pensamento doutrinário da Congregação Cristã no Brasil, temos a impressão de que seus líderes criaram um Evangelho segundo a CCB. A maioria de seus adeptos defendem o pensamento errôneo de que a salvação só é possível na sua própria Igreja: "A gloriosa Congregação". Desenvolveram inconscientemente a doutrina da auto-salvação, ou da religião salvífica, e conseqüentemente, por tabela o monopólio da salvação, com todos os direitos reservados à CCB, uma espécie de "copyrigth".



 Outros erros doutrinários da CCB

De acordo com o exposto, a CCB não suportaria um exame sério das Escrituras, fato característico das seitas; porque sua interpretação foge às regras da hermenêutica sagradas. Tudo que acontece nessa Igreja está relacionado ao sentimento. É sempre necessário sentir para se realizar alguma obra ou até mesmo para orar por alguém. Essa teologia do sentimento afasta o homem de Deus e da Bíblia, como prova sua própria história.

a) A Saudação da CCB.

Saudar com a "paz do Senhor". Citam para justificar esse conceito a seguinte expressão: "devemos saudar com a paz de Deus, e nunca com a Paz do Senhor, porque existem muitos senhores, mas Deus é só um. Essa acusação da CCB se desfaz em pó com somente um versículo que Paulo escreveu na primeira carta aos Coríntios 8.5,6, que diz: "Porque, ainda que haja também alguns que se chamam deuses, quer no céu como na terra( como há muitos deuses e muitos senhores). Todavia para nós há um só Deus, Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele". 

b) O Ósculo Santo.

A CCB insiste em adotar costumes orientais, muitos deles registrados na Bíblia, como é o caso do ósculo santo, pensando com isto estar em posição espiritual superior à dos outros. Esse é um costume que perdura até hoje no oriente. O ósculo era uma maneira comum de saudar no oriente, muito antes do estabelecimento do cristianismo. Tem servido igualmente como parte da expressão judaica em suas saudações, tanto nas despedidas como também na forma de demonstração geral de afeto. Ver Gn 29.11; 33.4. Também parece ter sido um sinal de homenagem entre os israelitas conf. 1 Sm 10.1. O ósculo dado aos ungidos de Deus, por semelhante modo, parece ter-se revestido de significação religiosa, o que também se verifica entre outras culturas. Quando Paulo recomendou que se saudasse uns aos outros com ósculo santo, simplesmente estava falando de um costume existente. Caso fosse no Brasil, certamente seria mencionado o aperto de mão ou o abraço. Essa é uma questão cultural, que também não é compreendida pela CCB.

c) O Dízimo:

CCB da a César o que é de César, mas quando é para dar a Deus inventam muitos argumentos e obstáculos. Ensinam os Anciãos da CCB que o dízimo é da lei e que é maldito e hipócrita aquele que dá e aquele que o recebe. A Bíblia ensina que o dízimo é santo; a CCB ensina que é profano. A Bíblia ensina que o dizimo é do Senhor (Lv 27.30); a CCB ensina que o dízimo é para ladrões. Jesus não condenou a prática do dízimo (Mt 23.33); condenou, sim, os hipócritas que desprezavam os principais preceitos da Lei de Deus, mas não condenou o dízimo praticado até pelo pai dos crentes, Abraão.( Gn 14.20). O Autor da epístola aos Hebreus falou sobre a prática do dizimo na atual dispensação. ( Hb 7.8-9).












segunda-feira, 17 de setembro de 2012

"Testemunhas de Jeová" A Elite dos Poderosos

Estas pesquisas fundamentadas não é para atingir ou denegrir a imagem de uma organização, estamos aqui com a intenção de provar o que é certo, quando tratamos no nome de Deus.

Aqui abaixo estão as cartas que as "Testemunhas de Jeová" mandaram para mim, com a intenção de explicar o porque do nome JEOVÁ  a ser usado por essa organização.

A primeira carta recebida foi no período de 17 de Junho de 2005 - A qual as testemunhas tentam justificar o porque o uso do "J" numa língua Hebraica, sendo no Hebraico não existe a letra "J" , nem mesmo no Grego.
"A inflexão da voz que os "Ocidentais" fazem para articular essa Letra Hebraica (Eles se referem ao Y (iode) na qual seria impossível alguém articular por exemplo o "I" que é uma vogal nossa.) na qual se assemelha a letra "J" o que pode ser usada normalmente."

UMA PERFEITA MENTIRA...



Segue-se novamente a outra carta enviada no dia 21 de Julho de 2005,  a qual agora eles tentam encontrar de onde o infeliz tradutor corrupto, conseguiu adotar o nome de JEHOVAH para a nossa língua.
Dizem que a letra "J" é aceita, mas não exclusiva mas nas gramáticas alemãs.
Gramáticas Alemãs?


Última carta recebida no dia 7 de Setembro de 2005, nesta carta alegam que se for para mudar o nome de Deus assim chamado por eles de Jeová, teria que mudar todos os nomes... 
Eles deixam provados que por exemplo o nome do profeta Jeremias, no original seria YIRME.YAHU
Ou seja que uma pista do verdadeiro nome do Criador encontra-se embutido no nome de Jeremias.
Eles alegam não é preciso abandonar  a forma Jeová, porque ela só "O objetivo das palavras é de transmitir idéias"??
Mas que idéias, do que você pronuncia um nome errado, além disso se tratando o nome do Criador?




Aqui outra prova sobre o nome do Criador, a qual as próprias Testemunhas de Jeová, alegam em seus estudos da Sentinela, (O Nome Divino que Durará para Sempre, edição 1986) onde tem mais valia do que a própria Bíblia:



 Outras traduções Corruptas das Testemunhas de Jeová
Mudança de regionalismo do nome, formas incorretas.

Aqui Abaixo, alguns lugares onde o Tetragrama foi encontrado.


Vamos agora seguir uma sequência de Estudos realizados pela " TORRE DE VIGIA" em seu próprio site de pesquisas, aonde vocês podem conferir, claro se ainda estiver lá.

www.wol.jw.org

Na pesquisa é possível provar, que o alto escalão das Testemunhas de Jeová, sabem que o nome do Criador é YaHUH
Aqui você verá uma sequência de nomes de cidades e profetas tendo a embutição do nome Yahuh


















Que reais intenções teria as "Testemunhas de Jeová" a usar um nome corrompido, se eles sabem que está "ERRADO" , ainda ficam pregando este nome para as pessoas como "SAGRADO" 
Gostaria que eles tivessem as respostas, mas como são pessoas não idôneas, jamais teremos ela.
A qual parece ser que para mudar uma organização novamente, eles teriam muitos adeptos essa perda, os quais os abandonariam.

Carlos Vanilla - Pesquisador


domingo, 13 de novembro de 2011

Seita Diabólica

"Qualquer ser que domine a sua consciência, você se tornará um escravo de si mesmo". Carlos Vanilla

O que será que podemos definir?  é um fanatismo, tem a haver com o controle da mente? é na verdade uma espécie de macumba? (Respeitando o Candomblé) 
Esta é a Igreja do Cai Cai ou da origem do "Catch the fire" chamada também de a "Igreja do Aeroporto" localizada em Toronto no Canadá, estas que já tem infestado o mundo, tendo a margem de dois milhões almas ignorantes e primitivas.

O pastor americano Randy Clark, foi ordenado pastor em 1950. Ele recebeu uma profecia que impactaria a vida das pessoas, com seu ministério de derrubar no Espírito. Para o pastor Clark, unção é como dinamite, e fé como a cápsula que explode a dinamite. Clark é autor do movimento "Catch the fire" ( agarre o fogo). Uma noção estranha do poder divino. Então tudo começou em 1994 na Igreja Comunhão Divina do Aeroporto de Toronto, Canadá. Nessa reunião, as pessoas ao "agarrarem o fogo", começaram a cair no chão, sem fala, rindo, chorando ou dando gargalhadas. Em pouco tempo, o templo estava lotado, vindo pessoas de todos os países e região. Quando Clark orava pelas pessoas, elas eram atiradas ao chão. O pastor da Igreja de Vancouver Canadá, também recebeu uma profecia que o Espírito Santo se manifestaria imitando o som dos animais. E o próprio começou a esturrar como leão, alegando que era o leão da tribo de Judá, uma das maneiras como Jesus é chamado na Bíblia.
Não há muito o que falar desta tal imbecialidade, pois sendo óbvio que tais "forças falsas" criam na pessoa, que uma grande "energia sinistra" os acompanham.
Pessoas que se dizem estar possuídos por "espíritos", que espécie de espíritos?

O mais engraçado: O próprio fundador, talvez um deles, tenha desistido deste caminho "sombrio" que ele mesmo relata numa entrevista.
"Realmente no começo era o que eu sentia, o poder, mais não o espírito, e eu queria mais".

"Algo falou para mim que aquilo, estava errado e eu não poderia seguir em frente"

"Eu parei, em confiei no senhor Jesus"

"Eu peço para as pessoas, que parem, parem, pois não sabem que essa energia provém do mal"

Palavras do ex-fundador : Paul Gowdy

Estes pastores (rs) eles inventam cada termo, por exemplo a Fanerose: Nada mais é do que,  Ato de tornar visível ou transparente.

Se a pessoas não cai, tenho a impressão que eles (pastores e outros diabinhos) empurram.
PALETÓ DE FOGO: Taí mais um termo dos pastores, é cada uma viu (rs) 
Este poder do paletó já uma arma avançada: Com o paletó eles conseguem derrubar um pelotão inteiro de pessoas. Todas no chão....
Randy Clark, acredita que Deus fala com ele...

Carol ( a que recebe um espírito "sexy" porque você vê ela apenas gemendo.. uiiii , auuu , ohhh Jesus.... hi baby... hohhhh) algo assim, e John Arnott (que não tem nada de espiritualidade) continua a distribuir espíritos enganadores na Igreja através de imersão.

VÍTIMAS DA SEITA

Araraquara, Cecília e Edson, já foram desta igreja por quatro anos, mas foram desiludido ao cair no espírito:
Cecília: " Lá dentro é uma coisa, seu complexo de visão se fecha" 
"Quando eu consegui sair de lá, acreditei que não é caindo no chão que isto vai mudar a sua vida"
Edson também fala: "Várias lá dentro, eu tentei sentir o espírito e também desejei que ele me usasse, mais isto não aconteceu... Várias vezes eu mesmo caía no chão... para tentar ou talvez o tal de "espírito" pudesse me alcançar no chão".
"Isto eu criei forças para sair, vi que era uma grande besteira"...

CONCLUSÃO: 
1- Ela abandonou as escrituras sagradas...

2- Viola também os preceitos sagrados da Bíblia...

3- Perde-se o senso crítico da razão, muitas levadas apenas pela emoção, que se cria no cérebro.

4- Perigosa "seita" uma vez que ela possui cerca de 2 milhões de membros e continua crescendo...

5- Trabalham com energias sinistras... direta ou indiretamente...

CONSELHO:

FUJA LOUCO.... E BEM LONGE DE UMA ENCRENCA DESSA...



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

FRAGMENTOS DE YAHUSHUA (JESUS) HISTÓRICO


 As últimas décadas têm alcançado um refinamento e uma maior objetividade nos critérios da busca pelo Yahushua  histórico e as informações que temos hoje, causada pela tecnologia, faz que o véu de segredo seja rasgado. Os Judeus ortodoxos ou qualquer um que não acreditam em Yahushua como o Mashiach/Mehushkhay, são partes e herança da árvore genealógica dos assassinos de Yahushua, morto por questões religiosas.

ACHT
אחת- O critério do constrangimento:

Também conhecido como "critério da contradição", ele se refere aos atos e ditos de Yahushua  potencialmente constrangedores para Yahushua e/ou seus discípulos. O raciocínio é simples: a criatividade dos evangelistas, que elaboraram e ampliaram a tradição oral sobre a vida do Mashiach/Mehushkhay, dificilmente daria  ao trabalho de inventar histórias embaraçosas sobre seu Mestre ressuscitado.



 Mostra que a composição dos Evangelhos não foi um vale-tudo: graças à presença de uma tradição oral oriunda de testemunhas oculares da vida de Yahushua, ainda viva no tempo em que o Novo Testamento (Brit Hadasha) estava sendo escrito, os autores cristãos não se sentiam à vontade para simplesmente varrer os eventos constrangedores para debaixo do tapete. O máximo que faziam era dar uma interpretação teológica aceitável a essas circunstâncias que poderiam lançar dúvida sobre o papel de Yahushua  como Messias(Mashiach).
Exemplos de fatos aparentemente confirmados pelo critério do constrangimento são o batismo(Tevilá) de Yahushua pelas mãos de João Batista (se Cristo não tinha pecado, por que precisaria ser batizado?), a traição de Judas Iscariotes e frases de Yahushua afirmando que "somente o Pai" sabia o momento do fim dos tempos (em ambos os casos, cria-se a dúvida sobre a onisciência do profeta galileu).



SHETÁIM
שתים- O critério da descontinuidade:

Se um ensinamento ou ação de Yahushua não casa com o que ensinava o antigo judaísmo nem com a pregação da Igreja primitiva, crescem as chances de que ele venha mesmo do Yahushua histórico, argumentam os defensores desse critério.

Por meio dele, seria possível descobrir o que era "descontínuo" no ministério de Yahushua, ou seja, onde ele rompia com seus predecessores judeus ou até entrava em conflito com seus seguidores. Alguns exemplos citados por Meier são a proibição de qualquer tipo de juramento, a defesa de que, uma vez casados, homem e mulher não podem se divorciar em hipótese nenhuma e a proibição do jejum
(O Mashiach/Messias  era criticado por judeus mais rigoristas por causa disso, sendo acusado de "comilão e beberrão").



O escritor Meier alerta que esse critério, se mal utilizado, corre o risco de trazer à tona apenas os ensinamentos periféricos de Yahushua, e não necessariamente os mais importantes e essenciais.



SHALÓSH
שלש -O critério da múltipla confirmação de fontes:

Sempre é bom lembrar que Yahushua não tinha assessoria de imprensa nem porta-voz oficial. Sua vida e sua pregação foram registradas e relembradas por vários tipos de seguidores, com formação cultural, personalidade e até opiniões teológicas diferentes. Isso explica porque os Evangelhos canônicos (os "oficiais" do Novo Testamento) apresentam diferenças entre si, algumas de detalhe, outras mais marcantes. Se várias dessas fontes diferentes registram o mesmo dito ou ato, isso indica uma probabilidade maior de eles remontarem ao que o próprio Yahushua  fez e ensinou.



Para Meier, as principais fontes nos Evangelhos são o texto de Marcos (mais antigo e mais importante evangelista, para os especialistas), a tradição Q (fonte hipotética que parece estar por trás de relatos que coincidem em Mateus e Lucas, mas não em Marcos), tradições especiais M e L (exclusivas de Mateus e Lucas) e tradição joanina (do Evangelho de João).



É importante notar que o fato de uma mesma narrativa ocorrer em mais de um Evangelho não é garantia de satisfazer o critério da múltipla confirmação de fontes. As narrativas da paixão de Yahushua em Mateus e Lucas, por exemplo, parecem ser basicamente uma expansão e reformulação da mesma fonte original, o Evangelho de Marcos. Um exemplo melhor é a proclamação do "Reino de Deus (Ul)" por parte de Yahushua  -- presente em Marcos, Q, M, L, João e até nas cartas de São Paulo.




ARBÁ ארבע- O critério da coerência:

Trata-se de um critério importante, mas que só pode ser usado depois que uma quantidade razoável de dados sobre o Yahushua histórico já foi estabelecida. Nesse caso, novas informações que parecem se adequar de forma coerente com o que se sabe têm alta probabilidade de serem verdadeiras.



CHAMÊSH
חמש - O critério da Cruz:

O Evangelho de Lucas, pela boca do profeta Simeão, chama Jesus de "um sinal que provocará contradição". Para Meier, o evangelista está certíssimo nesse ponto. "Um Yahushua cujos atos e palavras não tivessem provocado antagonismo entre as pessoas, especialmente entre os poderosos, não é o Jesus histórico”.



Segundo o especialista americano, um Yahushua completamente inofensivo, que não criticasse o que via de errado na Judéia do século 1 a.C. nem propusesse algum tipo de mudança radical, jamais teria sido crucificado. Por isso, o critério da rejeição e e execução, ou o critério da Cruz, como é chamado, tende a aceitar como autênticos os fatos e ditos de Cristo que o tornariam malquisto pela elite da sociedade judaica e romana de seu tempo. Ao mesmo tempo, Meier alerta para o perigo de retratar o profeta como um revolucionário violento, coisa que ele não era.

BIBLIOGRAFIA:
Livro: “Um Judeu Marginal", John P. Méier, historiador e padre americano 

Livro: "Laços Judaicos", Carlos Vanilla, escritor e pesquisador

A ORIGEM DO NOME




Yahushua (JESUS) , aquele judeu religioso que caminhou sobre a terra assim como eu, há dois mil anos atrás.
            Além disso, quando olhamos para o Yahushua histórico através das lentes refrataras  dos evangelhos e de alguns poucos outros documentos úteis, torna-se imediatamente visível que ele era judeu, judeu praticamente  extremista e radical , até seu último alento quando morreu com uma oração judaica ao Deus judaico nos lábios.
Ficou claro que ele não era o messias esperado pelos judeus, Yahushua embora constitua um modelo para todos de como viver uma vida humana plena, ele obviamente se sentia responsável pelos oprimidos da sociedade e muito especialmente pelo maior segmento oprimido da sua e de toda a sociedade: as mulheres. Em resumo Yahushua era feminista, do mesmo modo, rompeu estereótipos das chamadas características masculinas e femininas e fixou-as na sua própria personalidade, fornecendo assim um modelo andrógino para todos.
E nos seus dias na terra ele falava e pensava de maneira judaica  e suponhamos que Yahushua meigo que dizia: “Olhai para os lírios do campo”, não seria tal ameaça aos intérpretes da lei, e da aristocracia sacerdotal de Jerusalém e ao prefeito romano. Yahushua  na sua época criou nas pessoas, em especialmente nos poderosos, uma espécie de antagonismo, o que tirou a paz de todos, ele não foi uma ameaça para os romanos, mas as suas palavras foram como espadas apontadas a classe sacerdotal judaica, embora sendo submissos ao império romano, eram riquíssimos e aristocratas e muitos deles tinham acesso a algumas sociedades secretas daquela época, o que pode ter originado a sentença de morte de Yahushua.
            E para Yahushua que nascera nas terras da Palestina, sua missão de pregar a sua profecia, embora de conceitos judaico, época em que as facções eram tumultuadas (Fariseus, Escribas, Saduceus, Essênios e Zelotes), foi nesse período conturbado que Yahushua viveu, num ambiente de extraordinária complexidade.
            Quando então Yahushua começou a sua caminhada em busca dos “seus”, muitos dos judeus se decepcionaram quando ele afirmou que era o Hol-Mehushkhay (o messias( o enviado ou ungido de Deus)), é lógico que os judeus aguardavam um “homem prometido” pelas escrituras que resgataria Israel das garras de Roma pela força enérgica no estilo de Davi, o sanguinário, e não um homem que era o mensageiro da pacificação da parte do criador, que não  trouxe a violência, mas a compreensão e seguindo a linhagem dos seu contemporâneos, os profetas.
            Assim, com as devidas modéstia  e abertura , parece-me que a melhor imagem de Yahushua histórico que podemos obter em determinado momento tem prioridade sobre todas as explicações referentes ao seu significado. Que Yahushua pensou, ensinou e fez é o evangelho Yahushuânico  e não o evangelho cristão, é realmente lamentável que nós cristãos, tenhamos este nome, porque o termo cristão como hoje é conhecido simplesmente é uma versão “europeizada” de uma tradução grega de um título hebraico.
            No passado este termo aramaico-hebraico Hol-Mehushkhay, posso dizer abertamente que a palavra cristo nunca foi se ouvido falar na sua época e nem tão pouco o nome “Jesus” que popularmente todos conhecem, Jesus é simplesmente uma forma latina do grego “Iesous”, na verdade Iesous não é originalmente um nome grego e sim uma forma grega de um nome hebraico já modernizado “Yehoshua”. Bom para explicar melhor  sobre o efeito grego vamos analisar o conceito gramatical desta língua, no idioma grego, simplesmente adotou-se a forma abreviada “ Yesu,” com a substituição do som “SH” (letra Shin do hebraico)  “ YESHUA, ( Letra Ayin no final do nome Yeshua)  que não existia no grego e acrescentando-se um “S” (Sigma do alfabeto grego) final, os tradutores especialistas em línguas dizem que com isto tornaria o nome Hebraico “declinável” em grego, esta forma seria: “ YESOUS . É desta maneira grega é que se deriva, Iesus ou Jesus em latim, uma perfeita corrupção ao nome original.
Não é difícil perceber como a mudança de “Yehoshua “, que no linguajar coloquial era às vezes abreviado para “Yeshua” e “Yeshu”, foi transliterado para o grego Iesous e o latim Jesus.
Devemos também analisar o comportamento da nossa língua portuguesa em influência ao nome Yahushua, como muitos leitores da bíblia já ouviram falar no nome “Jesus”, mas nunca ouviram falar no termo original, talvez nunca divulgado aqui no ocidente, forma defeituosa dos tradutores corruptos. Acontece que o nome “Jesus” só apareceu após o século XIV, uma vez que a letra “J” surgiu neste século, sendo impossível que no século I alguém pudesse escrever um nome com uma letra inexistente. A letra “J” com um só que lhe característico não faz parte do hebraico e nem do grego. Profundamente na parte gramatical YAHUSHUA ( Iod, letra hebraica, o seu som como o i) comparando a fonética das letras com a primeira letra do nome de “JESUS” pelo menos deveria ter a letra “J” o som fonético de “i” para representar a letra hebraica.
Então concluímos que a letra “J” cujo som não pode ser representado por nenhuma letra do idioma hebraico, uma vez que nenhuma letra hebraica possui o som de “J”, desse modo nunca será utilizada para transliterações fonéticas do hebraico para o português, uma vez que não existe nenhuma palavra hebraica com o som da letra “J”.
            Entraremos agora no assunto mais profundo e analítico sobre o nome ou melhor, a origem do nome, formado por duas partes “Ye” de Yehovah (forma corrompida do nome do criador) significa uma parte do tetragrama abreviado com sinais de acríticos ou massoréticos de Adonai, para lembrar o leitor judeu de que quando visse o sagrado tetragrama, lê-se: “Adonai”(Senhor).
            Ou o termo “Yah” de  Yahwéh, lê-se: Háshem (O nome)  e a segunda parte é “Shua” que em hebraico significa “Salvação”, portanto “Ye” é uma perfeita corrupção dos tradutores, que não se atentaram  a conservar “os nomes próprios”. Entretanto a forma mais correta, seria “Yahushua”.
            “Yahu” seria o nome do criador na primeira parte e na segunda parte do seu nome “Shua” salvação ou seja, “Yahuh é a Salvação”.
            A sustentação e comprovação deste termo está relacionado a todos os nomes dos profetas, da sua cidade e de seu povo que tem o seu nome os Yaohudim.
            Os cristãos de hoje devem, da melhor maneira possível aprender a reagir a esse Yahushua da história, isto é, ao Yahushua de Nazaré que viveu em Israel há dois mil anos atrás, por outro lado a consciência dessa limitação permitirá que a pessoa evite, a “ingênua certeza absoluta”, e por um lado o ceticismo total. Além disso à medida que nos conscientizamos de que a linguagem humana é um instrumento tanto libertador quanto limitador, poderemos prosseguir com reserva, embora também com segurança, sempre abertos para novas descobertas e evidências, intuições, perspectivas  e consequentemente para mudanças; em busca de “dados originais”.
            Como resultado disso “os cristãos” pensam em Yahushua (Jesus) como sendo o nome de alguém não judeu. Estes fatos simples tendem a isolar os cristãos da raiz principal de sua religião, a tradição hebraico-judaico, por outro lado, tendem também a isolar os “judeus” de um “filho” muito importante dessa tradição , e que se tornou o “Judeu” que mais influência exerceu  e que ainda continua a exercer toda a história, superando em termos de impacto histórico, até mesmo os gigantes como Moisés, Davi, Buda, Gandhi, Marx, Freud,Eisten, Krishna Murti, Masaharu Taniguchi, Mokiti Okada e Maomé.

Pesquisa:
Carlos Vanilla

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Carlos Vanilla é citado no jornal Bom Dia de Sorocaba



O Escritor e pesquisador Carlos Vanilla saiu na reportagem do dia 28 de Agosto de 2011, a qual o mesmo foi recomendado pela pesquisa no campo da religião.
Esta pesquisa do escritor revela como funciona a Festa dos Judeus que seria o ano de 5772, também ele explica o funcionamento do calendário judaico e sobre a menorah.

O pesquisador e escritor "Carlos Vanilla" diante do candelabro "a Menorah"





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O ano Judaico - 2011 = 5772 o Rosh - Hashaná - Parte 1



O ano judaico, é uma grande marca para o povo judeu, nesta data que seria agora no dia 29 de Setembro de 2011 - será celebrada o ano judeu 5.772 - o Rosh Hashaná.




Neste dia celebra para o judeus uma das maiores festa no ramo judaico.





Ao contrário das celebrações dos finais de ano convencionais pelo calendário Gregoriano, comemorados com muitas festas e queimas de fogos, esta passagem da mística judaica envolve uma profunda meditação sobre o passado, durante a qual se faz um balanço de tudo que passou no ano que ficou para trás, o que se concretizou, o que se deixou de realizar, como se agiu, de que forma se poderia ter atuado, entre várias outras questões existenciais.






A partir daí, planeja-se um período melhor no futuro, as pessoas têm a chance de avaliar seus erros e se redimir de seus pecados diante de Deus.
Esta festa é realizada com refeições tradicionais em família, geralmente acompanhadas de maçã e mel. O termômetro para se avaliar a importância de um evento judaico, é a extensão do feriado dedicado a ele.






Neste caso, o Rosh Hashaná é um dos dois Grandes Feriados do judaísmo. O outro é uma seqüência deste, o Yom Kipur, que se inicia dez dias depois do Ano Novo Judaico. Juntos, eles tecem o que se conhece como a era dos Grandes Feriados.



De fato, o Rosh Hashaná abrange quatro eventos que se interconectam: o Ano Novo judaico, o dia do julgamento, o dia da lembrança e o dia do toque do shofar. Estes acontecimentos estão essencialmente ligados à criação do Homem, a qual, segundo o Talmud, teria se concretizado no primeiro dia do mês chamado de Tishrei. Assim, este evento marca o dia em que essa geração se processou, como se a cada ano se reciclasse este ato criador, oferecendo a todos a oportunidade de se renovar e de se purificar, conquistando assim um novo recomeço.



Assim que os judeus fugiram do Egito, o Criador transmitiu a Moshe Rabenu as leis que se referem ao princípio de cada mês, o qual normalmente ocorre simultaneamente ao nascer de cada nova lua. Desta forma, ao fim de um ciclo de 19 anos, os judeus acrescentam um mês a mais para contrabalançar o calendário lunar, mais curto. Aliás, o calendário da religião judaica, ao contrário do gregoriano adotado pelo Ocidente, foi estabelecido por Hillel II, em meados de 359, fundamentado não só no sol, mas também na lua.



Traduzindo, Rosh Hashaná significa "a Cabeça do Ano", uma referência à importância do cérebro para o homem na estruturação de sua existência, mas ao contrário da tradição ocidental, ele não incide sobre o primeiro dia do ano judaico, portanto é mais representativo do que algo exato, preciso. É uma forma de oferecer a cada um o dia do julgamento, durante o qual o homem pode se decidir pela retificação de seus erros, por meio do arrependimento – teshuvah -, da oração – tfiloh – e da caridade – tzedakah.






O judeu é valorizado em seu livre arbítrio, ele tem o poder da escolha que parte da consciência, detém o potencial de mergulhar em si mesmo e de perceber o que deve ser mudado. Ele então é "inscrito e selado no Livro da Vida", saudação comum entre os judeus neste momento.



Os judeus acreditam que seus nomes são, neste período, registrados neste Livro da Vida. Aí entra a importância do Yom Kipur na seqüência, quando este Livro é selado. Enquanto este momento não chega, considera-se que o indivíduo está vivendo os dias de temor. O dia da lembrança marca a rememoração do quase sacrifício de Isaac, filho de Abraão, pelo próprio pai, a pedido do Senhor, ato de extrema subserviência a Deus, recordando assim a cada judeu a importância de servir ao Criador.






O Shofar é um instrumento de sopro construído com chifre de carneiro. O soar dele redesperta na memória dos judeus o episódio de Isaac, traz à mente a lembrança de uma coroação e também comemora a criação da Humanidade, além de despertar os judeus para a presença de Deus em suas vidas.



Durante os banquetes realizados ao longo de duas noites, os judeus costumam submergir a Chalá, pão particularmente trançado, e pedaços de maçã em mel, representando assim suas expectativas quanto a um ano doce. Tudo que é então consumido, de frutas a vegetais, têm não só um sabor especial, mas também uma simbologia específica. Ao se comer cada alimento, faz-se antes um pedido. Alguns destes desejos estão de certa forma associados ao nome da comida, em hebraico: Kasher






Pesquisa: *Carlos Vanilla


Bibliografia: * “Laços Judaicos”- Carlos Vanilla - Editora Agbook